Você sabe como é feita uma lata de alumínio e pra onde ela vai quando você acaba de beber seu refri ou cerveja? Não é incomum nos tempos atuais verem-se pessoas coletando dos lixões exclusivamente latas de alumínio para reciclagem. Esse fato tem uma clara explicação, a qual será explanada nesse texto. As latas de alumínio passaram a ser amplamente utilizadas em todo mundo como embalagens de bebidas a partir da década de 60. O sucesso deve-se, até hoje, à segurança e caráter inerte deste metal, que mantém praticamente inalterados o sabor e as condições de higiene do produto. Além disso, essas latas são leves, apresentam maior velocidade de refrigeração do conteúdo e ocupam consideravelmente menos espaço na geladeira. Naturalmente, o alumínio encontra-se em um minério de nome bauxita, bastante comum no sudeste do Brasil, principalmente no estado de Minas Gerais. “Seu ciclo de vida começa então com extração da mesma. Aí começam também os impactos ambientais. Para se retirar a bauxita...
Trata-se de uma estratégia de empresas que programam o tempo de vida útil de seus produtos para que durem menos do que a tecnologia permite. Assim, eles se tornam ultrapassados em pouco tempo, motivando o consumidor a comprar um novo modelo. Os casos mais comuns de obsolescência programada ocorrem com eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis. É algo relativamente novo: até a década de 20, as empresas desenhavam seus produtos para que durassem o máximo possível. A crise econômica de 1929 e a explosão do consumo em massa nos anos 50 mudaram a mentalidade e consagraram essa tática. É uma estratégia "secreta" dos fabricantes para estimular o consumo desenfreado. VIDA BREVE Atualmente, a principal justificativa das empresas para criar novos modelos de um produto é o avanço da tecnologia. Mas há quem duvide dessa explicação. O iPad 4 foi lançado apenas sete meses após o 3, por exemplo. Será que houve mesmo tantos progressos em tão pouco tempo? Uma ONG brasileira ligada a...
Estudo contraria previsões de queda no desenvolvimento econômico e social após diminuição de emissões de gases de efeito estufa e aponta aumento de empregos e salários com energias sustentáveis. Reflorestamento da Mata Atlântica está entre medidas apontadas por estudo como necessárias para uma redução significativa nas emissões de CO2 no Brasil. (foto: Barbara Eckstein / Flickr / CC BY 2.0) A discussão é antiga: há décadas, governos, ambientalistas, cientistas e empresas buscam alternativas para diminuir a emissão de gases de efeito estufa sem prejudicar o desenvolvimento econômico e social das nações. Entretanto, um estudo coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica que, ao menos no Brasil, esse impasse pode estar próximo do fim. De acordo com o relatório, a adoção de medidas para o desenvolvimento sustentável do país poderia adicionar até cerca de R$ 600 bilhões ao PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2030. O estudo, intitulado “Implicações econ...
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